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14.9.17

BRASIL DO GOLPE: Homem da mala, Funaro diz que Temer e Cunha tramavam diariamente o golpe contra Dilma


Temer e Cunha tramavam “diariamente” queda de Dilma, afirma delator.

A afirmação consta de um dos anexos da colaboração do corretor, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na qual ele descreve a relação com a cúpula do PMDB 

Por Fabio Serapião e Fábio Fabrini, no Estadão, de Brasília 

O corretor Lúcio Funaro disse em sua delação premiada que, na época do impeachment, o então vice-presidente Michel Temer tramava “diariamente” a deposição de Dilma Rousseff com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A afirmação consta de um dos anexos da colaboração de Funaro, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na qual ele descreve a relação com a cúpula do PMDB e nomeia os “operadores” de Temer em supostos esquemas de corrupção. 

Conforme Funaro, Cunha sempre foi o arrecadador de propinas para o chamado “quadrilhão” do PMDB, enquanto Temer atuava no núcleo político, viabilizando interesses de empresas que pagavam subornos ao grupo. Funaro afirmou que a relação de Cunha e Temer oscilava, dependendo do “momento político”. 

“Na época do impeachment de Dilma Rousseff, eles confabulavam diariamente, tramando a aprovação do impeachment e, consequentemente, a assunção de Temer como presidente”, exemplificou o corretor num dos trechos do anexo. Temer e seu partido romperam com Dilma meses antes de o afastamento dela ser aprovado e confirmado, mas o agora presidente sempre rejeitou a pecha de “conspirador” ou “golpista”. 

Procurado, o Palácio do Planalto ainda não comentou as declarações de Funaro. 

COM A PALAVRA, EDUARDO CUNHA: 
“Enquanto não for levantado o sigilo, a defesa de Eduardo Cunha não comentará os supostos termos de delação”. 


A íntegra do anexo Temer na delação: 

MICHEL TEMER- INTERMEDIAÇÃO DE PAGAMENTOS DE PROPINAS PARA INTERPOSTOS DO PRESIDENTE – PAGAMENTOS POR PROJETOS DE LEIS – ENTREGA DE VALORES. 
  • QUE conhece MICHEL TEMER pois este é sócio do mesmo clube que o COLABORADOR em São Paulo, o Alto de Pinheiros. Ainda que quando TEMER era Secretário de Segurança Pública em São Paulo, morava na mesma rua que o COLABORADOR, na Rua Alberto Faria, Alto de Pinheiros em São Paulo capital. 
  • QUE nunca teve contato a não ser social com MICHEL TEMER nessas ocasiões. Que posteriormente foi ter contato com MICHEL TEMER quando já tinha operações de financiamento com órgãos públicos e relacionamentos políticos principalmente do PMDB na esfera federal. 
  • QUE MICHEL TEMER sabia da relação próxima do COLABORADOR com EDUARDO CUNHA e que tinha muito trânsito dentro do PMDB e da bancada de EDUARDO CUNHA. 
  • QUE CUNHA constantemente informava o COLABORADOR sobre suas conversas com TEMER, expondo detalhes de planos e prospecções de negócios que poderiam arrecadar valores para campanhas. 
  • QUE CUNHA fazia a interface com MICHEL TEMER, pois o PRESIDENTE queria evitar ao máximo exposição e vínculos com negócios ilícitos. 
  • QUE teve alguns encontros com MICHEL TEMER, quando estava com CUNHA, como em um comício em Uberaba em 2012 de apoio a campanha do DEPUTADO FEDERAL PAULO PIAU para prefeito de Uberaba e em um culto em São Paulo, na época da campanha de GABRIEL CHALITA, na Igreja Assembleia de Deus do Bispo Samuel Ferreira. 
  • QUE embora nunca tenha conversado diretamente com TEMER sobre dinheiro, pois esta interface era feita por CUNHA, recebia informações de divisões de propina, prospecções de negócios e instruções através de CUNHA. 
  • QUE TEMER participava do esquema de arrecadações de valores ilícitos dentro do PMDB, podendo citar a campanha de GABRIEL CHALITA e uma doação da JBS feita somente para os SENADORES do PMDB, e nenhum valor a membros da CÂMARA. 
  • QUE nessa doação especifica, temer reassumiu a PRESIDÊNCIA do partido, afastando VALDIR RAUPP da PRESIDÊNCIA e entrando nas negociações para resolver esse impasse. 
  • QUE o fato de DEPUTADOS aliados de MICHEL TEMER, como CUNHA e HENRIQUE EDUARDO ALVES não estarem recebendo valores, implicaria no não recebimento de TEMER e de atrito com grandes aliados e arrecadadores. 
  • Que EDUARDO CUNHA lhe passava informações como detalhes das negociações na eleição de GABRIEL CHALITA para prefeito de São Paulo e a negociação do apoio do CHALITA para o PT no segundo turno em troca de secretarias que TEMER ia ter direito a indicar. 
  • QUE uma dessas secretarias foi depois ocupada por uma filha de Temer chamada Luciana. QUE o deputado EDUARDO CUNHA relatava negociação de cargos intermediada por TEMER, alegando que “Michel tem acesso a isso”. 
  • QUE CUNHA era a pessoa que tinha mapeado todas as pessoas que poderiam utilizar para seu projeto de poder, onde cada uma tinha influência, e utilizava isso para ele e seu grupo de caciques do PMDB se mantivessem no poder. 
  • QUE o COLABORADOR era o principal operador de EDUARDO CUNHA, devido a sua capacidade de alavancagem e arrecadação de valores muito superiores que os outros operadores do PMDB. 
  • QUE a divisão de cargos do PMDB era dividida entre cargos que eram de indicação da câmara e cargos que eram do senado. 
  • QUE os líderes das casas solicitavam os cargos de acordo com a vontade de suas bancadas. Como o PMDB tinha a maior bancada, e assim liderança tinham muita força para indicações. 
  • QUE alguns cargos de grande destaque eram distribuídos a senadores e deputados devido a sua importância dentro do partido. 
  • QUE por exemplo, EDUARDO CUNHA tinha a presidência de FURNAS e o SENADOR VALDIR RAUP, a indicação do diretor de obras MARCIO PORTO. 
  • QUE de 2007-2010 a hierarquia dentro do PMDB era a seguinte; HENRIQUE EDUARDO ALVEZ como o líder, e fazendo a interface de EDUARDO CUNHA para pleitos junto ao GOVERNO do PT. Ainda, que nessa época EDUARDO CUNHA tinha um bom relacionamento com ARLINDO CHINAGLIA e CANDIDO VACAREZZA, tendo sido nomeado PRESIDENTE DA CCJ, principal comissão dentro da CÂMARA DOS DEPUTADOS. 
  • Que foi nesse período que houve um embate entre o GOVERNO e o DEPUTADO EDUARDO CUNHA, que culminou em CUNHA nomeado o EX PREFEITO DO RIO DE JANEIRO LUIZ CONDE para a PRESIDENCIA DE FURNAS. Que a relação de EDUARDO CUNHA com MICHEL TEMER era mais velada, fechada, preservando o PRESIDENTE, motivo pelo qual o COLABORADOR não tratou dos assuntos ilícitos diretamente com TEMER. Já com HENRIQUE EDUARDO ALVES, a relação era mais aberta, a qual acabou oportunizando um bom relacionamento entre o COLABORADOR e HENRIQUE EDUARDO ALVES. 
  • QUE em 2015, após a eleição de EDUARDO CUNHA para presidente da CÂMARA, o mesmo exigiu da PRESIDENTE DILMA a nomeação de HENRIQUE EDUARDO ALVES para o MINISTERIO DO TURISMO. Que nesse momento GEDDEL VIEIRA LIMA se aproximou deste grupo do PMDB, não ficando mais apenas restrito às operações da CEF. Que deste momento até a metade de 2015, EDUARDO CUNHA era uma das pessoas com mais poder no pais. 
  • QUE não tinha um relacionamento com JOSE YUNES, tendo apenas uma transação em 2014, envolvendo valores que a ODEBRETCH iria doar para MICHEL TEMER. QUE dirigentes da ODEBRECHT utilizaram o doleiro ALVARO NOVIS para fazer com que os valores destinados a TEMER chegassem nas mãos de YUNES. 
  • QUE assim, o COLABORADOR recebeu um telefonema de GEDDEL pedindo que o COLABORADOR retirasse uma remessa de um milhão de reais. Que GEDDEL informou que precisava que os valores fossem enviados para Salvador. 
  • QUE GEDDEL lhe informou que o dinheiro que iria retirar com JOSE YUNES era referente a uma doação via CAIXA 2, da Odebrecht acertada juntamente o ELISEU PADILHA e MICHEL TEMER. 
  • QUE estes valores eram de MICHEL TEMER, o qual estava enviando uma parte do dinheiro arrecadado para GEDDEL. 
  • QUE o COLABORADOR concordou em fazer a retirado, tendo GEDDEL informado o telefone do YUNES para o contato. 
  • QUE o COLABORADOR ligou para o YUNES e combinaram a retirada no escritório de YUNES em uma casa de muro de vidro no Itaim em São Paulo. Que foi em seu carro junto com um segurança até o escritório, tendo sido recebido por YUNES, em uma sala onde havia o documento de Diplomação de YUNES como Deputado Federal e um Diploma de Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo. 
  • QUE após conversaram e trocaram cartões, a secretária e o motorista de JOSE YUNES entregaram um caixa contendo um milhão de reais. 
  • QUE nunca fez entregas de valores a YUNES. Que o COLABORADOR retornou com os valores até o seu escritório e pediu para que um funcionário fosse até a Bahia fazer a entrega para GEDDEL. O dinheiro foi entregue em Salvador por um funcionário de logística de transporte de valores do doleiro TONY, o qual retirou os valores em São Paulo e no dia seguinte fez a entrega em Salvador na sede do PMDB da Bahia. 
  • QUE TEMER e GEDDEL são amigos muito antes do presidente MICHEL TEMER assumir a PRESIDENCIA. QUE GEDDEL tinha grandes expectativas que iria ser nomeado ministro. 
  • QUE GEDDEL foi líder do PMDB na câmara por vários anos, inclusive na época em que MICHEL TEMER foi presidente da casa, tendo uma extensa relação de convivência e amizade dentro do PMDB. 
  • QUE tem conhecimento que além de YUNES, WAGNER ROSSI e MARCELO AZEREDO eram grandes operadores de MICHEL TEMER. Ainda que TEMER tem uma relação muito próxima com a empresa CONSTRUBASE, de VANDERLEI NATALE, podendo citar como exemplo um fato ocorrido em 2003/4, época em que EDUARDO CUNHA tinha o controle político da CEDAE, no Rio de Janeiro, e a CONSTRUBASE tinha obras com a CEDAE de que não tinha recebido. 
  • QUE MICHEL TEMER solicitou para CUNHA que recebesse o presidente da CONSTRUBASE, WANDERLEI, para que CUNHA conseguisse que a CEDAE quitasse a dívida com a CONSTRUBASE. Que não participou da reunião sobre a CEDAE, tendo CUNHA lhe relatado o fato. Ainda que TEMER tem grande influência no porto de Santos, sendo que tem negócios com a empresa RODRIMAR, por isso teve grande envolvimento com a Medida Provisória dos Portos, de n° 595, a qual teve as duas sessões mais longas da Câmara Federal, em 2013. 
  • QUE essa MP envolvia interesse de grandes grupos, pois seu conteúdo além de validar os contratos, prorrogação os contratos com aqueles preços e obrigava os portos a seguirem determinações dessa MP. 
  • QUE essa referida MEDIDA PROVISORIA, foi feita para beneficiar os grupos já instalados nos Portos, tendo EDUARDO CUNHA como o articulador e o responsável pela arrecadação frente a algumas empresas tinham interesse na redação dessa MP. 
  • QUE HENRIQUE EDUARDO ALVES pautou e conduziu a votação, tendo TEMER diretamente influenciado a MP, com o intuito de defender os interesses dos grupos ligados. 
  • QUE CUNHA narrava os pleitos e intervenções de MICHEL TEMER no andamento dessa MP. 
  • QUE após a provação da MP acredita que tenham recebido uma comissão pela aprovação da mesma as seguintes pessoas dentre outras: TEMER, CUNHA, HENRIQUE ALVES (que era presidente da câmara a época), o MINISTRO DOS TRANSPORTES, tendo conhecimento de repasses por GONÇALO TORREALBA proprietário do Grupo Libra. Que desconhece como foi operacionalizado o pagamento de propina a EDUARDO CUNHA e HENRIQUE ALVES geralmente eram feitos em espécie, tem conhecimento desse fato por relatos do DEPUTADO EDUARDO CUNHA, narrando que tinha atendido aos pleitos do GRUPO LIBRA e SANTOS BRASIL. Que dentre os grandes investidores interessados, estavam o GRUPO SANTOS BRASIL, o GRUPO LIBRA, ligado ao EDUARDO CUNHA. 
  • QUE a SANTOS BRASIL contribuiu muito para o PMDB. Ainda a ELDORADO e a RODRIMAR tinham interesse em ter um terminal no Porto de Santos. 
  • QUE TEMER tem um histórico de operar no porto de Santos, tendo influência de indicar o presidente e outros cargos. 
  • QUE MARCELO AZEREDO foi indicado ao posto que ocupou em empresa ligada ao PORTO DE SANTOS por TEMER. 
  • QUE MICHEL TEMER operou no Ministério da Agricultura em duas ou três épocas diferentes, tendo conhecimento que se beneficiou na gestão de WAGNER ROSSI. A indicação de WAGNER ROSSI para o MINISTERIO DA AGRICULTURA foi de MICHEL TEMER. 
  • QUE WAGNER ROSSI era amigo pessoal DO PRESIDENTE MICHEL TEMER e já havia ocupado cargos em órgãos ligados ao PORTO DE SANTOS por indicação de Temer. 
  • QUE WAGNER tinha negócios junto com JBS no qual MICHEL TEMER foi beneficiado. 
  • QUE esses negócios com o Ministério da Agricultura envolviam facilitação nas inspeções, na obtenção de licenças para exportação, autorização para plantas exportarem, a não fiscalização da JBS e maior rigidez nas inspeções em outros frigoríficos. 
  • QUE JOESLEY sempre lhe falava que WAGNER ROSSI estava à frente do Ministério, mas que se reportava ao TEMER. 
  • QUE após um tempo saiu o indicado de TEMER e surgiu a oportunidade de mudar o MINISTRO, para se alinhar aos interesses de JOESLEY. 
  • QUE assim CUNHA pediu que o COLABORADOR perguntasse a JOESLEY se ele tinha interesse, já que já tinham outros negócios da CAIXA, e que CUNHA somente iria indicar alguém para o cargo se JOESLEY tivesse interesse, para não “ocupar esse espaço no governo se não interessasse a JOESLEY”. 
  • QUE o COLABORADOR foi até JOESLEY e falou “olha, eu tenho chance de indicar o Ministro da Agricultura. Você tem interesse?”. JOESLEY respondeu que tinha interesse e indagou quem seria. 
  • QUE o COLABORADOR lhe informou que seria ANTÔNIO ANDRADE -Deputado Federal de Minas Gerais, hoje vice-governador de Minas. 
  • QUE não o conhecia à época, mas CUNHA informou que iria indicar um deputado da bancada de Minas Gerais que obedecesse a CUNHA. 
  • QUE quem bancou a indicação de ANTONIO ANDRADE foi EDUARDO CUNHA e a bancada de Minas Gerais. 
  • QUE após a indicação do MINISTRO, JOESLEY começou a fazer pedidos impossíveis o que gerou atrito com CUNHA. QUE não ficaram acertados valores, pois iriam valorar cada pleito atendido. QUE JOESLEY tentou ”atravessar”, o COLABORADOR e CUNHA através de contatos diretos com o MINISTRO. 
  • QUE CUNHA reclamou para o COLABORADOR que JOESLEY tentou contato direto com o MINISTRO, o qual não o recebeu. 
  • QUE o COLABORADOR passou uma mensagem para JOESLEY chamando-o de “moleque” já em janeiro de 2014. 
  • QUE o MINISTRO ANTONIO ANDRADE avisou CUNHA um dos compromissos agendados com JOESLEY, e CUNHA foi até o MINISTERIO. 
  • QUE quando CUNHA entrou encontrou JOESLEY, o qual reclamou que o COLABORADOR havia sido muito áspero com ele, tendo CUNHA respondido que tinha sido a seu mando, pois aquilo não era o combinado e que JOESLEY estava dando uma ‘ missão que era impossível. Nós estamos aqui para trabalhar em conjunto”.
  • QUE assim JOESLEY viu que não iria conseguir acesso com o MINISTRO sem a ajuda de CUNHA. 
  • QUE os benefícios que a JBS obteve junto ao MINISTERIO nas quais o COLABORADOR participou da aprovação foram a exportação de despojo, que é um pedaço do gado que não é utilizado no Brasil, mas que na China e em alguns países asiáticos eles comem. Operação que foi aprovada e uma outra operação foi a proibição do uso de uma substancia que se chama ivermectina, pois quando aplicada ao gado causa problemas em um teste que é feito na carne que é exportada, a qual assim é rejeita e causa um prejuízo muito grande para o frigorífico. 
  • QUE esta operação precisou da ajuda do ALOÍSIO MERCADANTE, que na época era o Ministro da Casa Civil, quem solicitou essa ajuda foi JOESLEY. QUE ANTÔNIO ANDRADE cuidou do trâmite dentro do MA, mas ele sozinho não conseguiu. 
  • QUE dentro do Ministério da Agricultura, tinha a indicação por CUNHA de um funcionário que se chamava RODRIGO FIGUEIREDO, que era quem fazia interface, pois o Ministro não tinha tempo. 
  • QUE nessas duas operações foram 7 milhões de reais de da propina foi creditado na conta interna do COLABORADOR na JBS. Que desses valores, R$3.000.000,00 foram repassados para ANTONIO ANDRADE e R$ 1.500.000,00 para EDUARDO CUNHA, sendo que TEMER E HENRIQUE ALVES receberam parte dessa propina, que essa distribuição foi que mantinha a força política de CUNHA.
  • QUE a propina foi paga pela JBS ao COLABORADOR em conta interna, já a parte referente ao MINISTRO ANTONIO ANDRADE foi entregue ao operador dele MATEUS MOURA, e a parte de EDUARDO CUNHA foi paga a pessoa de sua confiança chamada ALTAIR . 
  • QUE essas medidas que beneficiaram o Grupo JBS no âmbito do MINISTÉRIO DA AGRICULTURA são: — Oficio Circular número 2, datado de 5 de Fevereiro de 2014, o qual revoga a circular número 279, de 2004. Esse oficio proíbe os Entrepostos de Carnes e Derivados (ECD) de exportarem despojos de boi, autorizando somente os frigoríficos habilitados a exportar. Esse ato gerou uma série de medidas Judiciais por de ECD associações contra o oficio. — Proibição do uso, produção e importação de Ivermectina, datado de 30/05/2014. Ainda, que o COLABORADOR Intermediou doações do GRUPO CONSTANTINO para a campanha de GABRIEL CHALLITTA, para beneficiar um pleito de MICHEL TEMER, pois EDUARDO CUNHA não tinha interesse em nada relacionado a prefeitura de São Paulo e nem tinha um relacionamento próximo com GABRIEL CHALITA. 
  • QUE ainda houve uma entrega de R$ 500.000,00, a pedido de CUNHA para a campanha do PAULO SKAF ao governo de São Paulo, em um escritório na Avenida 9 de Julho em São Paulo, para DUDA MENDONÇA para atender o presidente TEMER.

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