IMAGEM DO DIA

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25.10.19

HISTÓRIA | O DIA EM QUE SÃO JOSÉ DO EGITO FOI NOTÍCIA EM NOVA YORK



Pesquisadores do Centro de Estudos e Documentação do Pajeu (CPDoc-Pajeú) 
localizaram uma reportagem no arquivo no jornal The New York Times 
sobre São José do Egito, publicada em 1971. 

No dia 19 de março de 1971 (Dia de São José), o jornalista americano Joseph Novitski esteve em São Jose do Egito (PE) para fazer uma reportagem especial para o jornal norte-americano The New York Times, fundado em 18 de setembro de 1851 por Henry Jarvis Raymond e George Jones e até hoje em circulação no EUA. O NYT, como também é conhecido, é um dos jornais de maior credibilidade no mundo, tendo ganhado 117 prêmios Pulitzer, maior prêmio do jornalismo mundial. 

Após passar alguns dias em São José do Egito, Joseph Novitski escreve sobre a situação em que se encontrava o nordeste brasileiro, que na época sofria uma terrível seca, e mais especificamente São José do Egito, que não escapou desse flagelo. 

Apesar da reportagem ser o olhar e a descrição de um estrangeiro sobre nosso local, a riqueza de detalhes como que ela narra a situação que encontra no sertão do pajeu é impressionante. Inclusive como ele percebe a política e o poder no pajéu, demonstrando conhecer os meandros do sistema que vigorava e ainda persiste em nossa região. 

A reportagem foi publicada oito dias depois, num sábado, dia 27 de março do mesmo ano, na página 8 do referido jornal. Fizemos uma tradução simples para que as pessoas possam ler o que foi escrito há 48 anos sobre São José do Egito e o Nordeste, e nunca tinha sido publicado aqui. Essa é apenas uma das muitas publicações que doravante surgirão. 

Um dos objetivos basilares do CPDoc-Pajeú é justamente publicizar tudo o que foi escrito sobre nosso povo, nossa história e/ou nossa cultura, por isso que adotamos o lema SCIENTIA LIBERAT: O Conhecimento Liberta. 

Quem somos?   
O Centro de Estudos e Documentação do Pajeú – CPDoc, nasceu da carência de estudos e pesquisas sobre a história do Pajeú e suas adjacências. Ele é feito por pesquisadores autóctones. A necessidade de conhecer e tornar notória nossa secular história levou a um pequeno grupo de estudiosos e pesquisadores de vários ramos do saber a se unirem em torno de um grupo cujo elo mais forte é o amor por sua terra, por seu povo, sua cultura e suas raízes.        

Aldo Branquinho 
Felipe Pedro Aragão 
Hesdras Souto 
Lindoaldo Campos 
Jair Som 
Rafael Moraes 

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